|
O
auditório do Museu Histórico Nacional
ficou pequeno. O público composto
principalmente de estudantes,
professores e historiadores, por cerca
de uma hora participou de momentos
emocionantes.
Ver
o local onde residem, realmente ser
colocado em “destaque” no cenário
nacional e sem as notícias negativas
que são uma constante no noticiário,
fez com que muitos reclamassem mais
participação de seu município.
Lucia
Helena, moradora de Xerém, falava de
seu encantamento; “ É maravilhoso!
Cadê Caxias? Vou chamar a comunidade
para participar mais e mostrar nosso
patrimônio”. Interessante também foi o
testemunho do grupo que participou da
visita aos sítios históricos, em sua
maioria moradores da cidade do Rio de
Janeiro, que ficaram interessados na
continuação do projeto e, a partir de
agora, também participaram com
propostas sobre a preservação de
patrimônios da baixada.
O
coquetel temático foi um espetáculo à
parte. Além de informações sobre
receitas da época, o espaço para a
troca de contato entre os
participantes deu início a uma grande
rede cultural que vai continuar e
promover outros encontros.
Enfim, a constatação da força e da
obstinação de uma comunidade provando
que sabe fazer e, se as condições
forem propicias, saberá fazer muito
mais!
“Muitas
coisas aconteceram lá (Baixada
Fluminense) e independentemente
daquilo que tenha acontecido, o
resgate desses acontecimentos é que
faz valorizar o local... Nós temos um
caminho muito mais longo e muito mais
bonito para continuar trilhando.”

“Quando
nós (SESC S.J.Meriti) começamos a
trabalhar com o turismo lá na baixada,
foi também uma surpresa para a própria
população que desconhecia tal
riqueza e história.”

“A nossa grande alegria é ter
conseguido trazer a história da
Baixada Fluminense para o Museu
Histórico Nacional, para o centro da
discussão, para o centro do Rio de
Janeiro.”

“Hoje, após o reconhecimento destes
cinco anos de pesquisa, agradecemos a
população e parceiros por tudo o que
construímos juntos e por tudo o que
ainda vamos construir”.
|